ESPETÁCULOS

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O CANO, CIRCO TEATRO UDI GRUDI (BRASÍLIA, DF)

Fotos: Mila Petrilo

Classificação livre

Duração: 55´´

Abrindo a programação do Festival, temos a honra de receber as apresentações comemorativas de 20 anos deste espetáculo que criou a cara do circo de Brasília.

O Cano é o espetáculo do circo teatro Udi Grudi inspirado no número tradicional circense “Excêntricos Musicais”, criado em 1998, que encanta tanto o público adulto como o infantil. Recebeu o prêmio The Herald Angel Award no Festival Fringe de Edimburgo em agosto de 2000, considerado o maior festival de teatro do mundo. O espetáculo brinca com a relação entre a música, feita de maneira não convencional com instrumentos musicais alternativos, e o clown, aquele ser cômico poético que diverte e surpreende. O três palhaços vivem situações absurdas e inusitadas.

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Dias 7 e 8/12 às 20h dia 9/12 às 19h, no Teatro Galpão - Espaço Cultural Renato Russo

Criado por Leo Sykes, Luciano Porto, Marcelo Beré e Márcio Vieira, a partir de idéia original de Luciano Porto || Direção: Leo Sykes || Elenco: Luciano Porto, Marcelo Beré e Márcio Vieira || Pesquisa, Criação e Execução dos Instrumentos Musicais: Márcio Vieira || Criação e Execução dos Cenários: Luciano Porto e Márcio Vieira || Figurinos: Leo Sykes e Udigrudi || Produção: Circo Teatro Udigrudi

O Circo Teatro Udi Grudi foi fundado em Brasília em 1982. É um dos mais antigos grupos de circo teatro contemporâneo do Brasil. O grupo norteia seu trabalho pela investigação e criação de espetáculos originais. Ao longo dos anos, o grupo tem desenvolvido uma linguagem própria baseada no clown, no teatro experimental e na música. Os clowns tocam e cantam, os cenários viram instrumentos, e a dramaturgia é baseada na imagem e na sonosfera. Materiais reciclados e inusitados são usados como matéria prima na criação de instrumentos musicais originais. Os espetáculos já levaram o Udigrudi para Alemanha, Argentina, Bélgica, Bolívia, Canadá, China, Cuba, Dinamarca, Escócia, Espanha, Estados Unidos, Irlanda, Itália, México e Suíça, além de 16 estados brasileiros.



ENCONTRO DE ALUNOS DE CIRCO (BRASÍLIA/DF)

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Dia 12/12 às 20h, no Teatro Galpão Espaço Cultural Renato Russo


Fotos João Saenger

Classificação livre

Duração: 1´30´´

Com o intuito de incentivar a formação circense e disponibilizar um espaço de troca e acolhimento, o festival Arranha-Céu abre um espaço para os alunos de circo da cidade, dentro de sua programação. Nesta edição, os professores foram desafiados a propor criações com o tema “O circo no cotidiano”.

Professores de circo parceiros: Bela Levi, Clara Lenzi, Studio Levitare, Studio de Acrobacia Aérea Noyanne Resende, Penduricália, Tallyta Torres, Ana Sofia Lamas, Lu Adjuto, Espaço PÉ DiReitO & Trupe de Argonautas


QUIMERA´S BAR, TRUPE DE ARGONAUTAS (DF)

Fotos

Classificação 18 anos

Duração: 60´´

Sob a direção de Pedro Martins, co-fundador da Trupe de Argonautas, e elenco de sete atores acrobatas, o espetáculo apresenta uma sequência de números circenses para narrar as adversidades, encontros e desencontros de pessoas comuns em um Karaokê. No enredo do espetáculo, clássicos do brega e muita sofrência narram, em tom jocoso, as histórias de decepção amorosa em cenas de divertido entretenimento. O público é incitado a participar desse Karaokê ao longo do espetáculo.

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Dia 13/12 às 20h, no Teatro Galpão Espaço Cultural Renato Russo

Realização: Laboratório de Pesquisas Estéticas da Trupe de Argonautas/LAPE.
Elenco: Cintia Carla, Dara Audazi, Drisana Alarcão, Luciano Cesar, Thiago Enoque
Direção: Pedro Martins
Design de Luz: Pedro Martins e Drisana Alarcão


 

Criada em 2005, a Trupe de Argonautas ao longo destes anos realizou diversos trabalhos de criação de espetáculos e também oficinas, palestras, cursos, ensaios fotográficos, performances, lançamento de apostilas e livros, tudo fundamentado em sua incansável pesquisa sobre fusão de linguagens, destacando-se o circo, o teatro e a dança. Entre as suas últimas realizações estão o espetáculo Noite de Quimeras (2018), Paradoxo Zumbi, UHOMEMNU (2014),  os ensaios fotográficos CorpusLux e Matéria Prima (2015), entre outros.


BANCOS E GARRAFAS - EM PROCESSO, COLETIVO INSTRUMENTO DE VER (DF)

Classificação livre

Duração: 45´´

O coletivo Instrumento de Ver traz ao festival um pouco do processo da sua nova montagem, resultado do mergulho na relação entre corpos e objetos proposta pelo projeto Geringonça, em 2016, e muito explorada nas edições do evento Pão e Circo na Cervejaria Criolina, ao longo de 2017. A pesquisa parte de uma investigação sobre a relação entre as áreas do circo, dança, jogos, construção de mecanismos, vídeo e texto para uma criação híbrida, resultando em uma montagem circense focada na ação e na relação. Instalações e esculturas dependentes da ação provocam uma tensão própria, trazendo alguns elementos do universo circense tais como risco, equilíbrio e surpresa.

 

Para esta etapa da pesquisa, contamos com o apoio da Embaixada da França e do Instituto Francês que viabilizaram a vinda da artista, pesquisadora e dramaturga Maroussia Diaz Verbèke para colaborar na criação.


Dia 14/12 às 19h na sala Multiuso Espaço Cultural Renato Russo

Criação: Beatrice Martins, Daniel Lacourt, Julia Henning, Maíra Moraes e Vini Martins

Em cena: Beatrice Martins, Julia Henning, Maíra Moraes e Vini Martins

Colaboração: Maroussia Diaz Verbèke



MAIADOR, CIA DELÁ PRAKÁ (RIO DE JANEIRO-FRANÇA)

Fotos Edinho Ramon

Classificação livre

Duração: 45´´

Maiador é uma expressão da roça nordestina que denomina o lugar plano onde o boi descansa. Diferente do curral, é aquela sombra no meio do pasto onde o gado se refugia e repousa do sol à pino. Maiador - espetáculo também traz essa imagem, desses momentos de refúgio e de encontros em meio ao cotidiano. Recria esse “maiador” a cada novo espaço, carregado de nossas referências pessoais e culturais desse lugar que nos é familiar. O público é complemento importante desse encontro, dando contorno a nossa roda. Utilizamos da acrobacia, do mastro chinês, da dança e da musicalidade brasileira para compartilhar com o público esse palco-casa onde o espetáculo se desenrola.

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Dia 14 de dezembro, 20h no Teatro Galpão - Espaço Cultural Renato Russo

Intérpretes Criadores: Edgar Ramos, Marina Collares, Ronan Lima e Diana Bloch
Olhar Exterior: Benjamin de Matteïs
Direção Musical: Ari Vinicius

A Cia Delá Praká nasceu em 2007 a partir do encontro de jovens artistas que tinham como objetivo desconstruir a estética tradicional do circo através da dança contemporânea. A companhia desenvolve sua própria linguagem a partir da dança, da acrobacia, do duo acrobático e de uma gestualidade influenciada pela capoeira. Articula a leveza da dança com o impacto do circo de forma poética, na busca de um corpo tridimensional que aproveita o fluxo natural do movimento.


Um espetáculo focado na investigação e experimentação de novas linguagens e suportes associados à segredos milenares de mágica. Uma mescla de técnicas contemporâneas de ilusionismo, vídeo-projeção, teatro físico, mímica e a arte do palhaço. Um espetáculo de linguagem universal e classificação livre, inspirado, criado e montado na cidade de Brasília, um sonho utópico concretizado no centro do Brasil.

A Cia. Circênicos realiza há 12 anos um trabalho que mescla técnicas do circo, teatro, artes visuais, música, folclore, dança e ilusionismo. A partir das pesquisas em técnicas clássicas e experimentações contemporâneas desenvolveu uma linguagem lúdica muito particular, apresentadas por personagens fantásticos que parecem ter saído de um desenho animado. Com o objetivo de levar aos mais variados públicos esses curiosos espetáculos, a Cia. Circênicos desenvolve estruturas, cenografias e roteiros que podem ser apresentados em espaços convencionais e não convencionais, como teatros, lonas de circo, praças, escolas, hospitais e no meio das pessoas em grandes festas. A companhia tem rodado o Brasil e o mundo com suas ações e espetáculos. Já circulou por mais de 50 países, por 5 continentes e ganhou 7 prêmios internacionais.

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Dias 14 e 15/12 às 18h e 16/12 às 17h, na Sala Marco Antônio Guimarães - Espaço Cultural Renato Russo

Direção: Eliana Carneiro
Roteiro, Idealização e Realização: Cia. Circênicos
Elenco: Dan Marques, Gabriel Marques e Arthur Marques
Direção de Arte, Figurino e Cenografia: Cia. Circênicos
vídeo-projeção: Filipe Duque, Gabriel Marx
Trilha Sonora: César Werlon (Gambiarra Groove/Beep Dee)
Iluminação: Victor Abrão


OUTRAS FORMAS, com Leo Shammah e Ana Maíra Favacho (DF/SP)

Classificação livre

É um espetáculo que reúne duas criações resultantes de pesquisas híbridas. Serão dois atos: Rotina Equilibrada, A Peça Quebrada, com Leonardo Shamah e Coração de Terra, com Ana Maíra Favacho

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Dia 15/12 às 19h, na Sala Multiuso Espaço Cultural Renato Russo


Coração de Terra

Duração: 20´´

Criação de Ana Maíra Favacho

O corpo é matéria e energia em movimento contínuo, que gera pulsações, vibrações, sensações e emoções… À partir da integração do circo, da dança e do teatro, vou em busca dos caminhos coreográficos deste corpo, que dialoga com os pés no chão e também fora dele, ocupando o espaço aéreo; suspenso em um trapézio. Criando um diálogo entre força e fragilidade, entre equilíbrio e desequilíbrio, entre o céu e a terra, entre o velho e o novo, entre a tradição e a contemporaneidade. A ponte entre Brasil e África é o gatilho dramatúrgico deste manifesto artístico. "Coração de terra" explora as relações do corpo com o tempo e o espaço, este elo entre o passado e o futuro.

Este projeto foi contemplado pela Bolsa FUNARTE para a formação em Artes Cênicas 2016 e pelo fundo de ajuda iberoamericano IBERESCENA Criação Dramatúrgica e Coreográfica em Residência.

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Dia 15/12 às 19h, na Sala Multiuso Espaço Cultural Renato Russo

Rotina Equilibrada, A Peça Quebrada

Duração: 30´´

Dramaturgia e performance: Leonardo Shamah

É um confrontoconforto entre a poética do cotidiano e a prática das artes. É uma cena que se afirma no encontro entre a performance, o teatro e o circo, como um documento poético performativo sobre o artista Leo Shammah, que decidiu equilibrar objetos sobre sua cabeça diariamente por um ano, enquanto seu país desmoronava.


ANTES CRUDO, CIA NIDO (URUGUAY-ARGENTINA)

Classificação livre

Duração: 50´´

Dois seres em um espaço atemporal e estranhamente cotidiano. Dois extremos de uma mesma linha que atravessa o espaço. A ternura e a crueldade, a clareza e a ignorância dão a eles a cumplicidade que precisam para sobreviver. Profundamente absurdos e aparentemente ingênuos, se submergem em um permanente caudal de estímulos externos. Perdendo a lucidez a cada momento, experimentam situações que refletem seus mais vertiginosos comportamentos. Tudo o que vêem e o que sentem deixa de ser confiável. Antes de Crudo é uma obra de circo contemporâneo, onde acrobacias, equilíbrios, manipulação de objetos e suspensão capilar se combinam através de dois corpos que se expressam em permanente diálogo com a dança e o teatro físico. Propõe uma encenação minimalista cheia de símbolos cotidianos que dialogam com a dramaturgia de cada situação. Ligações metafóricas plasticamente moldadas.

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Dia 15 de dezembro, 20h no Teatro Galpão Espaço Cultural Renato Russo


Ideia e criação: Cía. Nido || Intérpretes: Juan Fernández e Sofia Galliano || Direção e acompanhamento artístico: Ana Osella e Miguel Bosco || Música: Juan Pablo Córdoba || Fotografía: Zunilda Vassalli || Desenho de luz e assistência: Nahuel Pisani || Desenho Gráfico: Cuatro Bocas Diseño || Vídeo: Nahuel Pisani || Construção de objetos: Cía. Nido || Apoio: Ministerio de Innovación y Cultura de la Provincia de Santa Fe, Festival Internacional de Circo Independiente de Buenos Aires (FICI) e Casa Laboratorio Quetral (Rosario)

Cía. Nido nasce em 2014 na cidade de Rosário, na Argentina, focada no cruzamento da linguagem do circo, da dança e do teatro físico. É formado por Sofia Galliano (Argentina) e Juan Fernández (Uruguay). Ambos formados pela  Escuela Municipal de Artes Urbanas de Rosário (EMAU). Juntos se viram na necessidade de criar uma linguagem cênica singular vinculando suas investigações técnicas pessoais e, deste modo, gerar de cada proposta cênica um universo de criatividade. Desde 2015 criam espetáculos de forma independente com os quais se apresentam em teatros e espaços não convencionais de diferentes partes da Argentina, Uruguai e Chile.


PALAFITA, com Grupo Fuzuê (CE)

Classificação: 10 anos

Duração: 35´´

O espetáculo é uma proposição de equilíbrio entre dois corpos, ora sobre mãos e pés, ora  reconstruindo formas de estar no outro. A sustentação do corpo sobreposto se dá pela busca de eixos estáveis, remetendo a imagem dos casebres lacustres que conhecemos por palafitas que se erguem em lagos e regiões pantanosas como estratégia de se habitar um espaço.

O grupo Fuzuê atua artisticamente no estado do Ceará desde 2006,  sistematizando atividades corporais de pesquisas, experimentações, estudos  práticos e teóricos na linguagem do Circo. Em 2018 o coletivo celebra doze anos de atividades continuadas desenvolvendo ações culturais  na área de criação/fruição e formação em circo, traçando um repertório de habilidades que conecta o corpo com as diversas questões socioculturais,  gerando espaço para discussões éticas, estéticas e políticas sobre o corpo e seus elementos no mundo contemporâneo.

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Dia 16 de dezembro às 18h, na Sala Multiuso

Espaço Cultural Renato Russo


Coautoria, Direção e interpretação: Edmar Cândido e Eric Vinícius || Desenho de luz e operação: Wallace Rios || Residências de Criação: Central del Circ- Academie Fratellini (Laboratório Artístico – Europa, Centro Internacional de Referência do Circo – CIRC, Festival Mundial de Circo e o programa Jovens Talentos do Circo), Moveo /Centro de Formación y Creación en Teatro Físico || Realização e Produção: Grupo Fuzuê e Artelaria Produção


Noite Aérea (DF/RJ/SP)

É um espetáculo no formato de cabaré, que reúne números circenses ligados por uma dramaturgia criada na residência artística que acontece nesta edição do festival. Apostamos aqui em uma proposta de criação dinâmica que provoca um encontro entre as pesquisa individuais de diferentes artistas. Partindo do clássico formato de cabaré, propomos aos artistas um jogo cênico que brinca com a curta duração dos números. Não nos interessou somente a performance técnica circense, mas também a criação em diferentes mídias, trazendo à tona a potência do circo e as suas infinitas possibilidades. Com Bernardo Ouro Preto, Iago Gabriel, Lu Guimarães, Mariana Helou, Luiza Adjuto, Paloma Menino e Sofia Galliano. Participação especial de Julia Ferrari.

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Dia 16 de dezembro às 19h, no Teatro Galpão

Espaço Cultural Renato Russo


Provocação e Direção de Beatrice Martins, Julia Henning, Maíra Moraes e Vini Martins

Com  Bernardo Ouro Preto, Iago Gabriel,  Lu Guimarães, Luiza Adjuto e Paloma Menino.

Participação especial de Julia Ferrari


CIRCO EM REFLEXÃO


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Circo em Circulação: troca de experiências

com Ana Luiza Bellacosta, Julia Henning, Lelê Marins e Nanci Cravinho

O festival recebe as artistas e produtoras circenses que compuseram a delegação brasileira no Festival de Circo do Uruguai deste ano. Elas propõem um bate-papo sobre estratégias e políticas públicas para circulação de espetáculos de circo, trazendo diferentes experiências como mobilizadoras, abertas para um bate-papo com artistas circenses.

Esta atividade faz parte do projeto aprovado pelo Conexão Cultura DF #Negócios do Fundo de Apoio à Cultura.

Dia 13/12 às 17h, na Sala Multiuso - Espaço Cultural Renato Russo

Dia 14/12 às 10h, na Sala Multiuso - Espaço Cultural Renato Russo

Dias 13 e 14/12 às 19h, na Sala Marco Antônio Guimarães

Espaço Cultural Renato Russo



De 07 a 11/12 no Teatro Galpão - Espaço Cultural Renato Russo