| ... me instrumentalizo tocando o barco e pescando o peixe, mas ando sempre com mais de um,  por isso               ninguém vê minha sacola... |


Julia Henning é formada em Psicologia pela Universidade de Brasília e especialista em Gestão Cultural pelo SENAC. É gestora cultural e artista. Intérprete criadora dos espetáculos Meu Chapéu é o Céu, Estudos para Uma Odisséia e O Que Me Toca é Meu Também, participou de festivais como Pisteurs D'Etoiles, II Festival Internacional de Circo RJ, Circos Festival Internacional Sesc de CIrco, I Festival de Circo POA,  Festival Internacional de Teatro Cena Contemporânea, Festival Mulher em Cena, Festival NOVADANÇA, Festival Paulista de Circo. Assistência de direção do espetáculo Por Um Triz. Como produtora esteve a frente dos projetos Encontro de Bastidor, Um dia para ver o coletivo, Circo-Lá, II Mostra Zezito de Circo, Noite de Giz, Árvore dos Anjos, Multilinguismo e Inclusão em Narrativas Audiovisuais, Manutenção da Cia Instrumento de Ver, Identidade do Circo Candango. Fez a assistência de direção do espetáculo Por Um Triz e, atualmente, coordena e participa do projeto Geringonça - Laboratório de Pesquisa e Experimentação de Estruturas e Movimentos.

 

    | ... criando e utilizando instrumentos, vou mostrando como sou e vou sendo como posso, jogando meu corpo        no mundo ... | Daniel Lacourt é diretor técnico e artista. Iniciou seu percurso em oficinas de circo e teatro com o grupo Esquadrão da Vida. Em 2004, ingressou na formação profissional da escola de circo Arc-en-Cirque - Chambéry, França. Em 2005 ingressou na École Superieure des Arts du Cirque ESAC – Bruxelas, Bélgica, tendo encontrado e trabalhado com Gerard Fasoli, Samuel Jornot, Pascal Jacob, Phill de block, Yuri Sakalov, Lân N’Guyen, Eric Angelier, Christine Perrin e Roman Fedin. Atualmente, vive em Brasília, e se dedica à pesquisa de diversas áreas das artes do circo, desde o treinamento e ensino da acrobacia aérea, pesquisa em mistura de linguagens como dança e teatro  tendo como diferencial o domínio da arte da capatazia. Intérprete-criador do espetáculo Tecendo Fios d'Éter (direção de Édi Oliveira). Participou como diretor assistente do espetáculo O Que Me Toca é Meu Também (direção de Raquel Karro) e fez a direção técnica do espetáculo Por um Triz (direção de Raquel Karro), foi interprete criador do espetáculo Estudos para Uma Odisséia (direção de Thierry Tremouroux e Goos Meewusen). Atualmente é o diretor artístico do projeto Geringonça - Laboratório de Pesquisa e Experimentação de Estruturas e Movimentos.

    | ... criando e utilizando instrumentos, vou mostrando como sou e vou sendo como posso, jogando meu corpo        no mundo ... |

Daniel Lacourt é diretor técnico e artista. Iniciou seu percurso em oficinas de circo e teatro com o grupo Esquadrão da Vida. Em 2004, ingressou na formação profissional da escola de circo Arc-en-Cirque - Chambéry, França. Em 2005 ingressou na École Superieure des Arts du Cirque ESAC – Bruxelas, Bélgica, tendo encontrado e trabalhado com Gerard Fasoli, Samuel Jornot, Pascal Jacob, Phill de block, Yuri Sakalov, Lân N’Guyen, Eric Angelier, Christine Perrin e Roman Fedin. Atualmente, vive em Brasília, e se dedica à pesquisa de diversas áreas das artes do circo, desde o treinamento e ensino da acrobacia aérea, pesquisa em mistura de linguagens como dança e teatro  tendo como diferencial o domínio da arte da capatazia. Intérprete-criador do espetáculo Tecendo Fios d'Éter (direção de Édi Oliveira). Participou como diretor assistente do espetáculo O Que Me Toca é Meu Também (direção de Raquel Karro) e fez a direção técnica do espetáculo Por um Triz (direção de Raquel Karro), foi interprete criador do espetáculo Estudos para Uma Odisséia (direção de Thierry Tremouroux e Goos Meewusen). Atualmente é o diretor artístico do projeto Geringonça - Laboratório de Pesquisa e Experimentação de Estruturas e Movimentos.

    | ... produzindo instrumentos, andando por todos os cantos e pela lei natural dos                       encontros sigo sorrindo ... |

 

Gabriela Onanga é formada em pedagogia pela faculdade IESB e já atuou atua professora em diferentes escolas de ensino infantil em Brasília. Estudou piano é formada em nível básico de teoria musical na Escola de Música de Brasília, exercendo a profissão como tecladista em grupos musicais entre 2005 e 2008. Iniciou como seu percurso como produtora na ONG Viver na Vila Estrutural, espaço recreativo para crianças e adolescentes voltado para o desenvolvimento social e educacional, como captadora de recursos para realização de projetos culturais e educacionais. Foi assistente de produção de eventos e projetos audiovisuais. Atualmente é produtora do coletivo Instrumento de Ver, onde atua na área executiva, captação de recursos e produção de campo, coordenando ações e projetos autônomos do coletivo.

    | ... com instrumentos passo aos olhos nus, ou vestido de lunetas ... |

João Saenger é de 79 e experimenta fotografia há 15 anos. Brasiliense, abandonou o curso de Publicidade e Propaganda ainda na metade e, pelo caminho, também ficou um estúdio de fotografia comercial. Seu trabalho atual ocupa a maior parte do seu tempo e não inclui fotografar, que, por sinal, ocupa a maior parte do seu desejo. Suas fotos acontecem aí, na tensão do que é frustração e felicidade. 

     | ... instrumentando aqui e acolá, não esqueça que independente disso eu não passo de um malandro, de um         moleque do Brasil ... |

Vini Martins é rigger circense e técnico em altura certificado pelo IRATA. Integrante da equipe técnica dos espetáculos do coletivo Instrumento de Ver em todos os seus espetáculos, cria e executa soluções junto com Daniel Lacourt desde 2009. 

Artista circense e arte-educador, é professor de circo da UBT Escalada e integra agora o mais novo projeto artístico do coletivo: Geringonça - Laboratório de Pesquisa e Criação de Estruturas e Movimentos.

     | ... instrumental por vocação, estou sempre na linha de frente e pela lei natural dos encontros eu deixo e                 recebo um tanto ... |

Maíra Moraes é gestora cultural e artista. Intérprete há 15 anos com pesquisa artística focada em dança e acrobacia aéreas, passando por investigações entre o teatro físico e contemporâneo, e suas relações com o circo. Atualmente cursa Licenciatura em Dança no Instituto Federal de Brasília. Cursou até o quarto semestre de Artes Cênicas na Faculdade Dulcina de Morais. É interprete criadora dos espetáculos Meu Chapéu é o Céu, Estudos para Uma Odisséia  e O Que Me Toca é Meu Também , tendo participado de diversos festivais como II festival Internacional de Circo RJ, Circos Festival Internacional Sesc de CIrco, I festival de Circo POA,  Festival Internacional de Teatro Cena Contemporânea, Festival Mulher em Cena, Festival NOVADANÇA, Festival Paulista de Circo, SESC FestClown, 1277 minutos – Festival de Arte Efêmera e Planeta Circo, dentre outros. Atualmente é responsável pela produção executiva e participa do projeto Geringonça - Laboratório de Pesquisa e Experimentação de Estruturas e Movimentos.

 

   | ... instrumento sempre - passado, presente, participo sendo o mistério do planeta ... |


Beatrice Martins é acrobata e treina no clube Setor Leste, em Brasília, desde os seus cinco anos. Foi ginasta da Seleção Brasileira na sua adolescência, quando integrou a equipe do Clube de Regatas do Flamengo. Em Brasília, iniciou nas acrobacias aéreas no Centro de Treinamento de Artes Circenses, no mesmo Setor Leste, e integrou as cias Engenho Arte Circense e Nós No Bambu, como intérprete criadora dos espetáculos ULTRAPASSA! e TEIA - Paralaxes do Imaginário. Fez turnê pelos Estados Unidos com a UniverSoul Circus, e apresentou o número Beatriz na Academie Fratellini, pelo Laboratório Artístico Brasil/Europa, CircusNext - Jeunes Talents Cirque Europe, promovido pelo Festival Mundial de Circo do Brasil. Participou de outros festivais, como o Festival Internacional da NOVADANÇA, o FIL - Festival Internacional de Intercâmbio de Linguagens, Cena Contemporânea - Festival Internacional de Teatro de Brasília, Mostra Zezito de Circo, Festival Internacional de Circo do Rio de Janeiro, Mostra Dança Aérea: Desafios da Leveza, CIRCOS - Festival Internacional Sesc de Circo, SESC FESTCLOWN - Festival Internacional de Palhaços, Festival Mulher Em Cena, Festival Dulcina de Cenas Curtas e o Festival Planeta Circo. Participa dos projetos Noite de Giz, Encontro de Bastidor, os espetáculos Meu Chapéu é o Céu e PORUMTRIZ. Se formou em publicidade e se mete em produzir e divulgar alguns projetos artísticos, de vez em quando.

   | ... instruo e instrumentalizo por amor, o que eu passo por e sendo ele no que fica em              cada um ... |

Bela Levi atua profissionalmente como professora de artes circenses desde 2009. Suas turmas de alunos abrangem várias idades, desde os 5 aos 45 anos. Tem como proposta a execução de espetáculos como produto cultural das aulas realizadas ao longo do ano.

Sempre se dedicou a prática de esportes e dança. Iniciando suas atividades no ballet clássico aos 6 anos, e neste permaneceu até os 16. Possui formação em Psicologia e se dedica a prática das acrobacias desde os 18 anos, em especial as acrobacias aéreas.

O foco do seu trabalho é a arte-terapia, de forma que sua formação como psicóloga possibilita utilizar o circo como ferramenta para o despertar da conexão mente – corpo. Além disso, realiza uma fusão das artes circenses com outras linguagens artísticas e corporais, tais como dança, yoga, jogos dramáticos e corporais, thai-massage e bioginástica.

    | ... instrumento luiz, camarada do som! o tríplice mistério do "stop"(e do play) ... |

Luiz Olíviéri, em atividade desde 1997, é compositor, multi-instumentista e artista plástico brasiliense e se dedica à suas composições e a produção de trilhas sonoras para filmes, espetáculos teatrais, circenses e de dança. Músico de formação erudita e popular pela Escola de Música de Brasília, bacharel em Artes Plásticas pela Universidade de Brasília, mestrando na mesma área, o artista transita livremente entre a música instrumental minimalista e a música eletrônica de vanguarda, sendo também autor de instalações sonoras em exposições, arte sonora interativa e “live-acts”. O resultado de suas composições é uma música instrumental que se mistura a timbres eletrônicos e tende a uma sonoridade agradável. Em 2011 gravou seu primeiro disco solo: “Estruturas Sonoras”, disco é composto por 11 faixas de autoria própria, todas pensadas para serem utilizadas como trilhas sonoras com direitos de uso liberados pelo autor. Em 2013 recebeu o prêmio Kikito de melhor trilha sonora no Festival de Gramado.

 

     | ... idealizo, crio, instrumentalizo ferramentas para ver, flutuo no ar que fez e assistiu ... | 

Cícero Fraga é redator publicitário, roteirista e diretor de vídeos para cinema e WEB. Diretor da produtora COMOVA. Principais Trabalhos em Cinema e Vídeo: [Direção, roteiro e edição] Clipe Boca da Terra, do grupo Sacassaia. [Direção e roteiro] Clipe Shokabillis, da banda Passo Largo. [Diretor da série de vídeos para o projeto 061UHA], 10 mini documentários que buscam mapear a identidade do mercado musical de Brasília e região. www.061uha.com.  [Beatriz] – videodança para o número Beatriz, com Beatrice Martins.  Mais vídeos no www.comova.me e www.clipclipuha.com. (Foto: Patrícia Soransso)

 | ... abra um parênteses, não esqueça: sou instrumento de ver, desenhar, imaginar... | 

Bruna Daibert é designer.

"Vou mostrando como sou e vou sendo como posso, jogando meu corpo no mundo, andando por todos os cantos
E pela lei natural dos encontros eu deixo e recebo um tanto e passo aos olhos nus ou vestidos de lunetas,
Passado, presente, participo sendo o mistério do planeta
O tríplice mistério do "stop" que eu passo por e sendo ele no que fica em cada um, no que sigo o meu caminho
E no ar que fez e assistiu abra um parênteses, não esqueça que independente disso eu não passo de um malandro,
De um moleque do Brasil que peço e dou esmolas, mas ando e penso sempre com mais de um, por isso ninguém vê minha sacola"
Mistério do Planeta, Novos Baianos